Palavras

Por Derick Pacheco Caitano


Palavras Palavras

O Rei Salomão disse que as palavras detém o poder da vida e da morte. Isto é, palavras vivificam. Palavras matam. Matam aos poucos.

Palavras matam aos poucos quando causam constrangimento: quem ouve quer se esconder ou desaparecer de vez, deixando claro que melhor seria se as tais palavras não tivessem sido pronunciadas.

Palavras matam aos poucos quando ferem: quem ouve sente uma dor como se alguém tivesse arrancado um pedaço seu, um pedaço da esperança, da confiança, da beleza.

Esboços Prontos Impactantes para Você Pregar?

Conheça 365 esboços originais para você pregar com sabedoria e autoridade.
Uma pregação impactante para cada dia do ano. Acesse:

> Clique Aqui Para Acessar os Esboços Agora. <

Palavras matam aos poucos quando ofendem: quem ouve tem seu caráter questionado.

Palavras matam aos poucos quando geram distanciamento: quem ouve vai perdendo o prazer de estar perto de quem fala.

Palavras matam aos poucos quando desestimulam: quem ouve vai perdendo o pique, vai deixando de acreditar que vale a pena continuar lutando.

Palavras matam aos poucos quando desestabilizam processos: quem ouve começa a duvidar se está fazendo a coisa a certa, se vai chegar a algum lugar, se os outros estão igualmente comprometidos.

Palavras matam aos poucos quando impedem ou fazem morrer processos: quem ouve abandona tudo.

Palavras matam aos poucos quando promovem discórdias: quem ouve começa a se afastar de um/a e de outro/a, até ficar ilhado/a.

Palavras matam aos poucos quando alimentam enfermidades: quem ouve recebe uma bicada em sua ferida já quase cicatrizada, e quem fala bica-se a si mesmo/a.

Palavras matam aos poucos quando revelam doenças: quem ouve se denuncia, ao se dirigir ao outro mostra seu próprio desequilíbrio.

Palavras matam aos poucos quando desmascaram caráter: quem ouve percebe má fé, discerne maldade, e deixa de confiar em quem fala.

Palavras matam aos poucos quando suscitam isolamentos: quem ouve vai se afastando até que quem fala se vê sozinho/a, abandonado/a.

Palavras matam aos poucos quando espalham lama: quem ouve fica com a alma suja da sujeira do outro, o outro que falou ou o outro de quem se falou.

Palavras matam aos poucos quando caluniam: quem ouve passa a acreditar em mentiras.

Palavras matam aos poucos quando suscitam diligências: quem ouve tem que sair correndo atrás de apagar os incêndios causados por quem fala.

Palavras matam aos poucos quando diminuem: quem ouve acaba acreditando ser menor do que de fato é.

Palavras matam aos poucos quando iludem: quem ouve pensa que é verdade, quem fala acredita que é verdade, quem observa de longe lamenta dois enganados.

Palavras matam aos poucos quando expressam mentiras: quem ouve é traído, quem fala se condena.

Palavras matam aos poucos quando escondem Deus: quem ouve já não vê saída, quem fala está cego.

Palavras matam aos poucos quando induzem ao mal: quem ouve faz o que não imaginou que faria, e, depois de ter feito, lamenta e chora.

Palavras matam aos poucos quando são fúteis: quem ouve vai se cauterizando, se infantilizando, se alienando, até se perder da vida real.

Palavras matam aos poucos quando são gélidas: quem ouve vai ficando cínico/a, cético/a, amargo/a, até só enxergar o que não presta.

Palavras matam aos poucos quando se transformam em discursos: quem ouve, de tanto que já ouviu, já sabe de cor e salteado o que vai ouvir, até que já não ouve mais.

Fonte: IBAB

* As opiniões expressas nos textos publicados são de exclusiva responsabilidade dos respectivos autores
e não refletem, necessariamente, a opinião do Gospel Prime.




Autor(a)

Derick Pacheco Caitano

Derick Pacheco Caitano (+ artigos)

Sou um jovem de 17 anos. Levo a informação àqueles que realmente precisam conhecer a verdade. Se a Igreja peca por falta de conhecimento, por que a equipe pastoral teme falar sobre alguns assuntos no púlpito? Fale sem medo de ser julgado, porém fale na cobertura total do espírito!