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Vitória sobre a impureza sexual

Por Leonardo Pereira


“Fugi da impureza”… (1 Coríntios 6.18a)

Ao criar Deus o ser humano (Gênesis 1.27), os criou homem e mulher dando-lhes a ordem de crescerem se multiplicarem por toda a terra. Ele os fez seres que se completam um ao outro e encontram entre si o prazer em uma vida sexual pura dentro do casamento (Eclesiastes 9.9; Hebreus 13.4). Assim como em toda a criação, o pecado distorceu o que Deus criou na área da sexualidade, passando o ser humano a viver entregue às suas próprias paixões (Romanos 1.24).

Quando se trata de impureza sexual, para obtermos vitória, a Palavra de Deus nos exorta a não enfrentá-la e nem mesmo resisti-la, mas devemos fugir dela.

Fugir da sensualidade – “Fugi da impureza. Qualquer outro pecado que uma pessoa cometer é fora do corpo; mas aquele que pratica a imoralidade peca contra o próprio corpo” (1 Coríntios 6.18).

Fugir das paixões da mocidade – “Foge, outrossim, das paixões da mocidade. Segue a justiça, a fé, o amor e a paz com os que, de coração puro, invocam o Senhor ” (2 Timóteo 2.22).

Fugir da defraudação (despertar um sentimento em alguém e não poder supri-lo) – “Ninguém ofenda nem defraude a seu irmão; porque o Senhor, contra todas estas coisas, como antes vos avisamos e testificamos claramente, é o vingador, porquanto Deus não nos chamou para a impureza, e sim para a santificação” (1 Tessalonicenses 4. 6-7).
Fugir das obras da carne – “Ora, as obras da carne são conhecidas e são: prostituição, impureza, lascívia” (Gálatas 5.19). Precisamos fugir do velho homem e de suas obras e nos revestirmos do novo de Deus e de seus frutos.

Fugir das paixões infames – “Por causa disso, os entregou Deus a paixões infames; porque até as mulheres mudaram o modo natural de suas relações íntimas por outro, contrário à natureza; semelhantemente, os homens também, deixando o contato natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens, e recebendo, em si mesmos, a merecida punição do seu erro” (Romanos 1. 26-27).

Fugir dos desejos do coração – “Porque do coração procedem maus desígnios, homicídios, adultérios, prostituição, furtos, falsos testemunhos, blasfêmias” (Mateus 15.19).

Um jovem chamado José, ao ser tentado pela esposa de seu patrão, Potifar, por muitos dias, não teve outra escolha a não ser fugir: “Então, ela o pegou pelas vestes e lhe disse: Deita-te comigo; ele, porém, deixando as vestes nas mãos dela, saiu, fugindo para fora” (Gênesis 39.12). Em suas palavras encontramos a motivação para mantermos a pureza sexual: “como, pois, cometeria eu tamanha maldade e pecaria contra Deus?” (Gênesis 39.9). A fuga da imoralidade sexual permitiu a José experimentar a beleza e o prazer do plano de Deus na família, através do casamento (Gênesis 41.45) e da bênção de gerar filhos (Gênesis 46.27 e 48.13).

Mas fugir para onde? Ao fugirmos da impureza sexual, corramos para os braços do Pai, através de Jesus, onde encontramos constante abrigo e proteção.

Fonte: IPILON

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