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19 / fevereiro / 2012 - 13:34

Quem foi a mulher de Caim?

“E conheceu Caim a sua mulher, e ela concebeu e teve a Enoque...”, (Gn 4:17).

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Constantemente dúvidas acerca da bíblia são apresentadas, e realmente existem narrativas que não são tão exaustivas, por esse mesmo motivo alguns questionamentos surgem baseados em conjecturas singelas de pessoas sinceras que almejam tão somente o devido esclarecimento de seus dilemas.

Enquanto outros por vez visam ridicularizar por meio de especulações irônicas e asseverações infundadas as quais são totalmente desprovidas do compromisso com a veracidade dos fatos, pois descartam lmprudentemente os pormenores do todo, formulando opiniões precipitadas. Seja qual for o motivo de sua curiosidade, a bíblia apresenta suas respostas que respaldam sua suprema autoridade e credibilidade, basta conferir!

A Bíblia responde

O relato bíblico nos informa que após a criação do gênero humano, Deus abençoou Adão e Eva e lhes ordenou: “Sedes fecundos, multiplicai-vos e enchei toda a terra” (Gn 1.27), posteriormente encontramos nas escrituras a menção de que o casal além de gerar Caim, Abel e Sete “tiveram outros filhos e filhas” (Gn 5:4), cumprindo a ordem que lhes eram devidas. Evidentemente todos os habitantes da Terra são descendentes do nosso ancestral Adão, conforme está escrito: “de um só fez toda a raça humana para habitar sobre toda a face da terra” (At 17.26a), fato que anula completamente a imatura cogitação da existência de outros povos na terra que não sejam descendentes de Adão, pois a bíblia assegura-nos veementemente que Eva foi à mãe de toda a raça humana, conforme está escrito: “E deu o homem o nome de Eva a sua mulher, por ser mãe de todos os seres humanos”. (Gn 3.20).

Convém salientar que Adão viveu o suficiente para poder gerar inúmeros filhos, “Os dias todos da vida de Adão foram novecentos e trinta anos; e morreu”. (Gn 5.5). A bíblia nos informa que no inicio da humanidade a expectativa de vida era de aproximadamente 900 anos, no decorrer dos tempos sofremos duas alterações e os anos de vida humana foram reduzidos para 120 anos (Gn 6.3) e para 70 e 80 anos em (Sl 90.10).

Consideremos que os fatores climáticos e dietéticos juntamente com as favoráveis condições ambientais da época proporcionavam uma qualidade de vida superior, tornando completamente possível uma longevidade saudável, isenta de inúmeras doenças comuns nos tempos hodiernos.

Acreditamos por meio das narrativas bíblicas que tanto Abel quanto Caim eram adultos, devido as responsabilidades profissionais que ambos exerciam no campo (Gn 4.1-8). Provavelmente tinha inúmeros irmãos, fato que justifica o medo de Caim de uma possível vingança dos demais habitantes da terra por ter matado Abel (Gn 4.14). E a suposta mulher a qual Caim encontrou e se casou (Gn 4.17), é descendente do seu pai Adão e provavelmente era sua irmã, sobrinha ou sobrinha-neta. O relacionamento entre familiares no livro de gênesis é bastante comum.

Além da família de Adão, houve na família de Noé, após- dilúvio, na de Abrão, o pai da fé, que casou com sua irmã (Gn 20:12), e as filhas de Ló que coabitaram e conceberam do próprio pai (Gn 19. 30-38). Contudo tal prática foi posteriormente advertida “Nenhum homem se chegará a qualquer parenta da sua carne para descobrir a sua nudez. Eu sou o SENHOR”. (Lv 18:6). O incesto embora tenha sido necessário e permitido no início da história da humanidade para continuidade da raça, com o tempo tornou-se algo repugnante e imoral em toda cultura, sujeito a inúmeras anormalidades, devido ao acúmulo de deformidades genéticas carregadas pelos parentes consangüíneos, em seus códigos genéticos.

Todavia, tais anomalias congênitas não ameaçavam as primeiras famílias da terra que gozavam de uma saúde plena e abundante. Portanto convém ressaltar que em suma toda a população humana é descendente do notável casal Adão e Eva. Tal tese é cientificamente possível e comprovada por meio da biogênese lei biológica que afirma que: “vida provém somente da vida e que cada ser vivo descende de outro semelhante a ele”, e da fisiologia que confirma a unidade ontogenética, isto é, de que todos os homens procedem de uma mesma espécie, e a unidade filogenética, ou seja, de que todos os homens procedem de um mesmo casal.

De fato, a bíblia não menciona o nome da mulher de Caim, como diversos outros nomes também não são citados, entretanto vale salientar que quando a bíblia expressa que Caim “conheceu” sua mulher na narrativa de (Gn 4.17), o sentido original é “coabitou” e não “conheceu”. Coabitar significa “relações intimas”. Portanto a idéia de que a mulher de Caim era uma nômade desconhecida ou bárbara indigente que ele encontrou em suas peregrinações, conforme se especulam, é completamente infundada, pois é evidente que ambos já se conheciam por meio dos laços fraternais.

Concluímos que as narrativas das escrituras sagradas eliminam as discrepâncias incautas e elucidam as obscurecidades enigmáticas, apresentando fortes evidencias que exigem um sincero e autentico veredicto. A Bíblia tem razão!

Pr. Sidney Osvaldo Ferreira
[email protected]

Autor

Sidney Osvaldo Ferreira

Sidney Osvaldo Ferreira

Pastor presidente da Igreja Batista Evangelizadora, em Paulo Afonso - BA. Teólogo, Filósofo e Administrador. Casado com a nutricionista Vanessa Cristina. Contato virtual: [email protected]

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12 comentários

  • Solimar Rodrigues

    Maravilhoso esclarecimento!!! É destes que nós precisamos ter sempre em meio a nossa vida espiritual,abrindo nosso entendimento,para que não sejamos pegos de supresa!!

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  • Uma pessoa de Jesus

    Quando eu li essa passagem pela primeira vez tive umas duvidas, e eu ficava procurando justificativas para ela e nao achava algo que fizesse sentido. Esse estudo serviu para esclarecer todas as minhas duvidas sobre essa passagem biblica. Obrigado!

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  • lima

    O incesto embora tenha sido necessário e permitido no início da história da humanidade para continuidade da raça, com o tempo tornou-se algo repugnante e imoral Eva a sua mulher, por ser mãe de todos os seres humanos”. (Gn 3.20).
    se todos somos parente vindo da mesmo mae entao porque e proibido
    so porque conhecemos o parente
    mas se nao conhecermos pode
    todos somos parente assim diz a biblia uma so familia

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  • Gerson

    Como leitor, sinto-me desrespeitado por este texto. Em primeiro lugar, porque o autor desperdiça os dois primeiros parágrafos, que deveriam introduzir o assunto, desenvolvendo dois perfis de pessoas questionadoras: aquelas que são sinceras e as outras, pelas quais o autor não parece nutrir simpatia. Minha primeira pergunta é: se o texto propõe desenvolver a identidade da mulher de Caim, porque iniciar o texto analisando perfis psicológicos dos possíveis leitores? Eu, como leitor, deveria me sentir constrangido e obrigado a me enquadrar em um deles antes de iniciar a leitura? Qual é a intenção do autor com essa escolha? Segundo, há ocorrências em que se busca uma justificativa cientificamente plausível para alguns fatos expostos no livro, como a longevidade. “Consideremos que os fatores climáticos e dietéticos juntamente com as favoráveis condições ambientais da época proporcionavam uma qualidade de vida superior, tornando completamente possível uma longevidade saudável, isenta de inúmeras doenças comuns nos tempos hodiernos” – tenta argumentar o autor. Não acho que o argumento seja suficiente, e não estou só. A comunidade científica desconhece quaisquer fatores que tenham conferido expectativa de vida próxima de 900 anos a seres humanos em qualquer período da história. Se o termo “fatores dietéticos” puder ser entendido como “alimentação”, não me parece plausível esperar que, embora os alimentos fossem naturais e livres de química – o que é bom – houvesse higiene e condições adequadamente esterilizadas de manipulação de carnes e vegetais. Não me parece plausível imaginar açougues com azulejos desinfetados e livres de moscas, entre outras coisas, à época. As pessoas estiveram, ainda, totalmente vulneráveis à ação microbiológica. Não havia antibióticos para conter o avanço de infecções pelo organismo, por exemplo. Ora, mas talvez vivesse-se mais simplesmente porque Deus queria. Possivelmente esse seria um bom argumento, devidamente restrito ao universo bíblico. Forçar uma justificativa cientificamente plausível sem, contudo, fornecer uma fonte científica que respalde a associação é uma ofensa ao leitor. O insulto parece se acentuar na ausência de uma expressão semelhante a “De acordo com pesquisas X”, ou “Segundo levantamentos médicos…” para amparar a justificativa científica sobre a longevidade. O autor prefere o descomprometimento da expressão “Consideremos que…” que não serve para conferir fundamento às ideias. O trecho, “[...] tais anomalias congênitas não ameaçavam as primeiras famílias da terra que gozavam de uma saúde plena e abundante” é capaz de ser ainda menos comprometido com o leitor. O autor desiste de se amparar cientificamente e tampouco se esforça para manter a intertextualidade com a bíblia. Quem teria feito qualquer declaração sobre a saúde plena das primeiras populações? A ciência não o fez. A bíblia também não. Este autor é o primeiro a tecer esta afirmação, mas não se dispõe a provar.
    Finalmente, o penúltimo parágrafo esclarece qual mistério ao redor da figura da mulher de Caim seria revelado. E o leitor descobre, então, que o conteúdo sofrível e de vocabulário desnessariamente rebuscado dos parágrafos anteriores era dispensável para o desenvolvimento da tese que se materializava ali (em tempo, sem se livrar do estilo canhestro e da ausência de fundamentação válida). Ao final, o esforço de dedução do leitor, diante da falta de clareza, pode levá-lo a concluir que a proposta do texto é contrariar alguma hipótese levantada por alguma pessoa em algum contexto externo de que a mulher de Caim fosse uma estrangeira nômade. A segunda proposta é a de que a bíblia é incontestável. Talvez, quem questioná-la deva se enquadrar no segundo perfil de leitor, aquele apresentado no segundo parágrafo: os não sinceros e não singelos. Mas eu, particularmente, enquadro-me no perfil de quem teve suas capacidades intelectuais ofendidas por este texto, que em cada parágrafo parece dizer, nas entrelinhas, “você, leitor, é tão imbecil que sequer me darei ao trabalho de tornar este texto coerente”. Como cristão e professor de linguagem, enquadro-me no perfil de quem se preocupa, há anos, em proporcionar a chance de meus alunos desenvolverem leitura crítica o suficiente para evitar serem enganados.

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    • diacono sandro cardoso

      vc eh cristao? ta de brincadeira, so falta vc acreditar que jesus eh hemafrodita! vc pode ser convencido,mas convertido vc ainda nao foi! defende a ciencia e ofende com palavras abusivas um irmao que faz uma apologetica da fe e diz que eh cristao?

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      • Neir Barcelos

        Pôxa vida! Como pode ser burro uma pessoa tão estudada, a ponto de se impor com tamanha prepotência a um texto esclarecedor como esse? Para mim essa foi mais uma tentativa de aparecer do que de informar ao leitor. Acredito que esse texto foi escrito para esclarecer a dúvida de todas as pessoas, então como entre nós há pessoas simples e humildes, não precisamos de sermões bem elaborados, falando da ciência e da sabedoria do homem. A sabedoria de Deus, meu caro, é que importa para nós. Foi muito infeliz em sua colocação, caro “professor de línguas”. Creio que possa entender várias línguas, mas que não conhece o dom da língua dos anjos, a mais importante.

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  • O autor

    Ao amigo e irmão Gerson,
    Caro colega de antemão me sinto na necessidade de lhe pedir perdão, tanto a você quanto a todos que se sentirem ofendidos, sinceramente não é minha intenção afrontar quem quer que seja, mas já que ocorreu tal constrangimento, eis me aqui para assumir minha responsabilidade como o autor do presente artigo e principalmente como cristão. No entanto, permita-me a franqueza, não entendo o motivo da retrucação com tamanha hostilidade?
    Quanto às questões refutadas pelo o mesmo, permita-me modestamente salientá-lo por meios de algumas discretas argumentações:
    I. O amigo simplesmente me condena por não apresentar fontes que corroborem com meus posicionamentos, mas hilariamente parece cometer o mesmo “erro” ao me criticar sem apresentar referencias que respaldem suas discordâncias, ou seja, acaba tropeçando na suposta falha que tanto denunciou. Mas eu não lhe censuro, até mesmo porque, estamos na discussão de um simples artigo completamente despretensioso de ser um tratado cientifico.

    II. O amigo alega que o autor pretende traçar um perfil psicológico do leitor e condena veementemente tal postura, o impressionantemente é que o próprio leitor estigmatiza o autor e encerra o seu desabafo com insinuações que não somente tenta denegrir o perfil do autor como vem a rotulá-lo como suposto enganador. Interessante, o colega é professor de linguagem e não consegue discernir os recursos retóricos usados para provocar interesse e curiosidade pelo o assunto.

    III. O amigo faz asseverações teológicas completamente desprovidas de princípios hermenêuticos e coerências cronológicas, e lamentavelmente se precipita novamente ao questionar de maneira grotesca a qualidade de vida dos personagens citados, permita-me explicar, que os indivíduos mencionados estão inseridos no espaço de tempo que intitulamos como: pré-diluviano – antes do dilúvio, período do qual a forma de alimentação divinamente recomendada era vegetariana a qual evidentemente proporcionava ao homem uma qualidade de vida bem superior, levando em consideração o fato de que não existia tantas doenças microbianas de origem alimentar, conforme vieram a existir depois da permissão divina à carnivoridade (Gn 9. 3,4), que conseqüentemente resultou na redução da idade humana para 120 anos (Gn 6.3). Acredito na literalidade dos dias e anos citados na bíblia em relação ao tempo da criação do mundo e idade dos primeiros habitantes, e pode crer meu irmão que também não estou sozinho, existe uma variedade de teólogos renomados e gabaritados que atestam com deveras segurança tal verdade.

    Em fim, quanto à ciência tal citada pelo leitor, convém lembrá-lo que a mesma é passiva de equívocos e a historia revelam seus inúmeros devaneios, graças a Deus não sou devoto da mesma. Realmente, não citei “referencias” conforme o leitor questionou, todavia deixei meu e-mail no fim do artigo o que representa que estou à disposição para responder as “dúvidas sinceras” e também esclarecer as “especulações irônicas, desprovidas de ética e sensatez”. O professor de linguagem se sentiu ofendido? Perdão meu amigo, não foi minha intenção lhe causar tamanha perturbação ao ponto de escrever um texto tão longo somente para dizer que diverge, discordar afinal de contas é um direito de todos, não é verdade professor? Assim como também expor suas opiniões, concorda? Caso deseje dar continuidade ao assunto só lhe responderei via-email, mas desde já combinemos algo sem provocações, pois apesar das aparentes divergências somos irmãos.

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  • CLAUDIO

    pr. sidney a paz do semhor JESUS obrigado pelo estudo
    desejo a vc muitas felicidades . que DEUS continue colocando
    pessoas como o senhor para nós esclarecer , a palavra do senhor.
    ao irmão GERSON tb agradeço pois atraves das citações dele
    pode ver na biblia que realmente o pr. sidney e bem esclarecido . parabens e que JESUS continue levantando pessoas como p/ nós edificar ,

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  • diacono sandro cardoso

    concordo plenamente com o pastor,a ciencia teve mais desvaneios ao logo dos anos que qualquer outro!!! teorias sem fundamentos e falta de clareza em algunmas elucidacoes!!

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  • Para o Gerson

    A indústria alimentícia realmente ilude com bastante facilidade os leigos, quando afirma que nos dias atuais possuímos uma qualidade de vida superior aos nossos ancestrais, o que mais me impressionam é a ingenuidade de um povo que simplesmente concorda, tais são semelhantes aos peixes que acabam morrendo pela boca, pelo menos os peixes são irracionais seguem seus próprios instintos, mas o homem, pobre homem, simplesmente é marionete de um sistema capitalista que adultera a ordem natural da vida, visando somente o lucro a qualquer custo de maneira completamente inconseqüente sem se importarem com as vidas alheias. O professor, longe de ser um intelectual ignora a realidade de que inúmeras doenças são de origem alimentar sem falar nos diversos cânceres que desenvolvemos ao ingerirmos os alimentos repletos de agrotóxicos e os hormônios impostos na carne que geram disfunção e desregulação hormonal em nosso organismo, professor… não decepcione nossa classe por favor, ao afirmar que naquela época não havia antibióticos para combater os micróbios, oh professor não me diga que vc não sabia que sempre existiu a medicina natural a qual ainda é bastante essencial, o professor já viu um índio morrer novo por questões alimentares ou desenvolver um câncer? Todas essas doenças existem por conseqüência gananciosa do homem e infelizmente muita outras ainda surgirão, recomendo que assista ao filme: o jardineiro fiel, é uma critica a indústria farmacêutica que cria as doenças para lucrar com os remédios, assista professor se o senhor for coerente logo perceberá que é assim que funciona o sistema.

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  • Rafael

    Gostei muito do texto, realmente tirou minhas duvidas.. gostei também pelo fácil entendimento das questões propostas no texto, pois nem todo mundo é professor de linguagem, nem todo mundo fez faculdade, nem todo mundo concluiu o ensino médio!!
    E deixo também um conselho: Quando for escrever esses estudos, lembre-se também das pessoas menos estudiosas(vamos dizer assim) pois sei que são muitos que querem entender o que foi escrito, mais pela nossa capacidade não podemos( me incluo também nesse grupo), Agradeço pelo esforço de esclarecer essa questão. Fique na Paz do Senhor!

    Responder
  • Joelington

    Amado Pr.Sidney lembre que as pedras que jogam você pode usar para fazer uma ponte para vitoria, ate porque o senhor pode usar essa pedra para derrubar gigante fica na força e na paz

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