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20 / maio / 2011 - 13:19
Qual é a visão cristã sobre os médiuns?
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Resposta: A Bíblia fortemente condena a prática do espiritismo, da mediunidade, do ocultismo, da percepção extra-sensorial, etc. (Levítico 20:27; Deuteronômio 18:10-13). Horóscopos, cartas de tarô, astrologia, cartomantes, leituras de mãos, comunicação com os mortos, etc. também estão incluídos nessas categorias. Essas práticas se baseiam no conceito de que existem deuses, espíritos, ou entes queridos que já morreram que podem lhe dar conselhos e orientação. Esses “deuses” ou “espíritos” são demônios (2 Coríntios 11:14-15). A Bíblia não nos dá razão para acreditar que um ente querido que já morreu possa, ou mesmo irá querer contactar-nos. Se eles eram crentes, eles estão no Paraíso, aproveitando o lugar mais maravilhoso que se pode imaginar – em comunhão com um Deus de amor. Se eles não eram crentes, eles estão no inferno, sofrendo tormento incessante por terem rejeitado o amor de Deus e terem se rebelado contra Ele.
Então, se os nossos entes queridos não podem nos contactar, como os médiuns, etc. conseguem informações tão precisas? Diversos médiuns já foram “desmascarados”. Já foi mostrado como um médium pode obter imensas quantidades de informações sobre uma pessoa através dos meios mais comuns. Às vezes, usando apenas um número de telefone obtido através de um identificador de chamadas e depois através de uma busca na internet, um médium pode obter nomes, endereços, datas de nascimento, datas de casamento, membros da família, etc. No entanto, é inegável que os médiuns algumas vezes sabem de coisas que deveriam ser impossíveis que eles soubessem. De onde eles tiram essas informações? A resposta é – Satanás e seus demônios. 2 Coríntios 11:14-15 nos diz: “E não é de admirar, porque o próprio Satanás se transforma em anjo de luz. Não é muito, pois, que os seus próprios ministros se transformem em ministros de justiça; e o fim deles será conforme as suas obras”. Atos 16:16-18 descreve uma adivinhadora que previa o futuro até que o apóstolo Paulo expeliu um demônio dela.
Satanás finge ser gentil e disposto a ajudá-lo. Ele tenta aparecer como algo bom. Satanás e seus demônios darão a um médium as informações sobre uma pessoa, para atrair essa pessoa para o espiritismo – algo que Deus proíbe. Parece inocente a princípio, mas logo a pessoa se encontra viciada na mediunidade – permitindo que Satanás controle e destrua a sua vida. 1 Pedro 5:8 diz: “Sede sóbrios e vigilantes. O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar”. Na maioria dos casos, os próprios médiuns é que são enganados, não conhecendo a verdadeira fonte da informação que eles recebem. Em qualquer caso, e qualquer que seja a fonte da informação – nada ligado ao espiritismo, à bruxaria, à astrologia, etc. é a intenção de Deus como meio para descobrirmos informações. Como Deus quer que nós possamos discernir a Sua vontade para as nossas vidas? Simples: (1) Estudando a Bíblia (2 Timóteo 3:16-17), (2) Orando por sabedoria (Tiago 1:5).
Fonte: Got Questions













2 comentários
MÉDIUM
EU NÃO ACREDITO NEM VENDO
“Entre ti não se achará quem faça passar pelo fogo a seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro; Nem encantador, nem quem consulte a um espírito adivinhador, nem mágico, nem quem consulte os mortos” – Deuteronômio 18:10 e 11
Primeiro é preciso deixar claro que este termo não aparece nas Escrituras em momento algum, o que há são distorções de textos e narrativas para tentar forjar uma “VERDADE” que possa confundir a cabeça das pessoas sem, no entanto, fornecer sustentação palpável e confiável para tal “DOUTRINA ESPÍRITA”. A mediunidade não é “DOUTRINA CRISTÔ. O Senhor Jesus nunca ensinou que determinadas pessoas podem ser intermediárias entre os vivos e os mortos. A Bíblia Sagrada não dá respaldo à tese de que o homem possa “RECEBER” espíritos humanos superiores ou inferiores para possibilitar comunicação com os vivos. Se sem esta possibilidade há fofocas por toda a parte, o que seria se pessoas pudessem incorporar e bisbilhotar a vida do cidadão?
O termo “NECROMANTES” vem do grego, “NEKRÓS” – morto, defunto – dai “NECROMANTES” ou “CONSULTOR DE MORTOS”. Mas, usando o texto inicial de Deuteronômio, os espíritas afirmam que “Se Deus proibiu é porque é possível fazê-lo, isto é, falar com falecidos”. A idéia em si já é perturbadora, e impensada, agora imagina se fosse uma verdade. Os cemitérios estariam lotados de pessoas todos os dias para matar a saudade e trocar umas idéias com que está lá do outro lado. Teríamos até reunião de família. Mas note bem, Jesus ensinou-nos a orar e não a conversar com que já morreu:
“Portanto, vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome; Venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu” – Mateus 6:9 e 10
Desde o século XVII o tema vem sendo estudado, discutido, debatido e lançado como verdade pelos que seguem a “DOUTRINA ESPÍRITA” no mundo. O mais ávido estudioso deste tema foi o francês Allan Kardec, fundador do Espiritismo. Ele, na sua saga de provar que a sua teoria “REENCARNACIONISTA” tinha fundamentos, definiu assim a mediunidade: “TODO AQUELE QUE SENTE EM UM GRAU QUALQUER INFLUÊNCIA DOS ESPÍRITOS É, POR ESSE FATO, MÉDIUM”. Para Kardec não há necessidade de formação, o que importa é a “SENSIBILIDADE ESPIRITUAL” ou “MAGNETISMO”, tendo estes atributos a pessoa pode ser um “MÉDIUM”. O curioso é que para tudo na vida é preciso formação, estudo, conhecimento, mas para ser um “MÉDIUM”, basta decifrar os códigos do além e pronto.
A “MEDIUNIDADE” é exercida livremente, sem qualquer exigência que comprove a capacidade de alguém decifrar, com honestidade, verdade e fidelidade, das coisas pertinentes a vidas passadas. Tudo que conhecemos são informações não confiáveis sobre supostas manifestações, mas que não são comprovadas. Tentam… Mas há fortes indícios de falsificação… Se quiser comprovar, basta assistir ao tal filme sobre a vida de Chico Xavier, lá há sérias contradições e afrontas aos ensinos de Jesus.
O Senhor Jesus não foi dirigido nem instruído por guias espirituais, também nunca precisou entrar em “TRANSE” para falar as verdades que falou. Aliás, Ele se declarou a verdade. Também não deixou psicografado ou fez alguma citação sobre o assunto. Aliás, Ele nunca participou de reuniões mediúnicas. Suas palavras, ao fluírem de uma mente sã, não entorpecida, revelavam extrema sabedoria e coerência. Para que Jesus recebesse “ESPÍRITOS”, o Pai teria que fazer o mesmo. Chega às raias do absurdo acreditar que Jesus e seus discípulos viveram em ambiente de transes mediúnicos para ouvir as vozes do além. Maldita mediunidade! Por causa dela há milhões indo para o inferno!!!
A “DOUTRINA ESPÍRITA” está em franca expansão no Brasil, aqui o trabalho desenvolvido é abrangente no que tange a “CARIDADE”, pois ela segundo a “DOUTRINA ESPÍRITA” é a base de tudo. No Brasil, no que se refere à “MEDIUNIDADE” e à “ESPIRITUALIDADE”, o lema pregado é: “DÊ DE GRAÇA O QUE DE GRAÇA RECEBESTE”, segundo informações, na Inglaterra, a sessão espiritual é cobrada. Não há unidade ou uniformidade dentro da doutrina, as variáveis são de acordo com o País onde se pratica.
Segundo orientações da doutrina espírita, as “SESSÕES ESPÍRITAS” podem ser realizadas tanto em período diurno como noturno. Contudo, uma “SESSÃO ESPÍRITA” á mais “EFICIENTE” se conduzida numa sala escurecida, iluminada apenas por uma vela acesa, ou por uma pequena lâmpada de óleo que deve ser colocada no centro de uma mesa. E ai eu pergunto: O que tem a ver escuro com os tais espíritos? Que relação há entre luminosidade e manifestação mediúnica? Ou será que os mortos têm alta sensibilidade à luz? Só um detalhe, Jesus disse que Ele era “A LUZ”… Portanto, este negócio de escurinho não pega bem para ninguém!!!
Mas tem mais absurdo. Não devem existir nessa sala onde ocorre a “SESSÃO ESPÍRITA”, quaisquer objetos de vidro ou minerais, uma vez que se acredita que tais materiais podem constituir um obstáculo á recepção de certo tipo de espíritos. É brincadeira, espírito sensível!!! Conta outra, vai!!! É muito macabro este negócio de incorporação.
Tem muito mais do que absurdo: Jamais devem duas pessoas com “FORTE MEDIUNIDADE” participar na mesma sessão espírita, pois se uma delas “HOSPEDAR UMA ENTIDADE ESPIRITUAL ADVERSA”, oposta ou contraria á força de que a outra pessoa é receptora, pode ocorrer um grave conflito com conseqüências imensamente dolorosas e por vezes mesmo trágicas. Pelo visto, aqui o pau quebra. É inacreditável uma coisa ridícula como esta.
Você pensou que acabaram os absurdos? Segura este: Também não devem participar em “SESSÕES ESPÍRITAS” pessoas com coração fraco, pessoas facilmente emocionáveis e com um estado psicológico fragilizado, pessoas sofrendo de depressões, distúrbios mentais ou outras patologias psicológicas, e em geral pessoas com uma saúde física ou mental debilitada. Crianças pequenas também não devem participar em sessões espíritas. Sem comentários…
Não vou continuar, pois não vale a pena. Ao final deste texto fica evidente que este negócio de “MÉDIUM” não passa de uma invenção de homens. Se isto fosse uma questão incontestável e sujeita a testes de veracidade, tal função no meio religioso poderia então estar sendo usada para desvendar mistérios que pairam sobre a humanidade, crimes, etc. Com efeito, não há uma passagem na Bíblia sequer que seja reticente quanto aos médiuns, mas todas os atacam frontalmente. Como aceitar então uma doutrina cuja prática depende de um fundamento abominado expressamente por Deus?
Carlos Roberto Martins de Souza
ResponderNo exercício da apologética, em que defendo a minha fé, não ataco pessoas; contesto com veemência doutrinas contrárias à Palavra de Deus. E uso unicamente a Bíblia, regra de fé e prática do cristão. Com frequência os contradizentes reagem não com argumentos consistentes, mas com ofensas pessoais. Não desço a esse nível. Meu objetivo é a doutrina, a tese, o ensino, e não denegrir a honra das pessoas. Deus ama o pecador, mas odeia o pecado. A mensagem a seguir, hoje enviada a um leitor espírita, expressa minha posição: ====== Com todo respeito, informo que é monumental a diferença entre as doutrinas do Cristianismo e as do Espiritismo. Mas não considero que Allan Kardec desejou atacar o Cristianismo quando escreveu O Evangelho Segundo o Espiritismo. Fazemos o mesmo: escrevemos o Espiritismo Segundo o Evangelho. Ele usou da liberdade de expressão para expor sua crença, em resumo: a negação da divindade de Jesus e da Sua ressurreição corporal; negação de todos os Seus milagres; negação da existência do Juízo Final, do céu e do inferno; do perdão total dos que se arrependem e creem no Senhor Jesus, como único meio de salvação; negação da existência de satanás e dos anjos decaídos. Acho normalíssimo a reação dos espíritas quando suas doutrinas são contestadas. Se eu fosse espírita, faria o mesmo. Faria mais: examinaria todos as contestações e apresentaria meus argumentos para cada uma delas. Aí está a questão . Argumentos com base na Bíblia? Os cristãos tem a Bíblia como regra de prática e fé. Se o Espiritismo, como acontece com o Budismo e outras crenças orientais, não pretendesse usar a Bíblia para justificar suas doutrinas, não seria alvo desse confronto. Porém, Kardec fez questão de negar muitas de nossas doutrinas, e mais ainda, fez uma interpretação particular de muitas passagens bíblicas. Coube e cabe ao Cristianismo contestar. É o que faço. Tenho muitos artigos sobre o assunto, em que analiso a doutrina espírita à luz da verdade cristã. Estou lhe enviando apenas alguns. Da mesma forma como Kardec não criticou os cristãos, mas se mostrou contrário às doutrinas do Cristianismo, fazemos o mesmo. Não atacamos espíritas, mas refutamos com veemência o ensino kardecista. “Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça” (2 Tm 3.16). “Santifica-os na verdade. a tua palavra é a verdade” (Jo 17.17).
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